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“Como Devem Ser as Despedidas” ou “Novos Caminhos com Pés Antigos”

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Nesse final de semana fui jantar na casa de uma amiga que está se mudando de Palmas. A família dela continuará em Palmas, mas ela está indo para São Paulo e eu acho pouco provável que ela um dia volte a morar aqui. Foi um jantar íntimo, poucas pessoas,como normalmente são as boas despedidas, uma comida maravilhosa, o cozinheiro, amigo da família, está de parabéns! A comida ficou pronta depois das 10 da noite, o pessoal já com fome… Mas o que eu achei realmente legal foi o que aconteceu após o jantar. Depois da comilança, todos sentados confortavelmente bebendo um vinhozinho (e eu bebendo Coca), e uma das convidadas começa a contar casos sobre os tempos de faculdade, quando as duas, amiga convidada e amiga viajante, eram colegas em início de formação. E foram muitas histórias sobre festas, bares, amigas e amigos que já tomaram outros caminhos, lembranças felizes que marcaram o início da amizade das duas. Achei tão legal, tão simbólico que essa amiga trouxesse boas lembranças so...

Pequena Parábola Sobre Maturidade ou Como Se Ferrar Por Escolha Própria E Ser Burro O Suficiente Para Não Perceber

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Eram dois jovens, uma menina de 14 anos de idade e um menino de 15. Ambos já tinham tido pequenos relacionamentos, mas nada muito sério. Ele era um menino determinado, forte e bonito. Ela era uma menina frágil, delicada e simpática. Todos achavam que eles faziam um par perfeito. Eles também achavam. Mas a menina tinha uma  característica pessoal muito peculiar. Ela descobrira, quando ainda era uma criancinha, que um olhar pidão e uma gemidinha faziam com que as pessoas concordassem com ela.  Ela não precisava ser bonita ou forte como o namorado. Era até melhor que não fosse. Ela entendeu que se parecesse fraca e sempre em necessidade, as pessoas a ajudariam sempre, teriam pena dela, tomariam conta dela,  gostariam dela. E era assim mesmo! Ela tinha fome e dizia: ”Fominhaaa….” – Com aqueles olhos pidões e desprotegidos. Era impossível resistir à tentação de fritar um ovo pra ela. E ela falava: “Barata….” –e dezenas de chinelos apareciam, para proteger a pobre e li...

Os Brasileiros

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Recebi esse texto por e-mail, não sei quem é o autor, mas é muito pertinente, acho mesmo que, de alguma forma, todos nós somos autores e personagens aqui. Os Brasileiros... - Falam no celular enquanto dirigem; - Trafegam pela direita nos acostamentos num congestionamento; - Param em filas duplas e triplas, em frente às escolas; - Saqueiam cargas de veículos acidentados nas estradas; - Estacionam nas calçadas, muitas vezes exatamente debaixo das placas de proibição; - Estacionam em vagas exclusivas para deficientes e idosos; - Subornam ou tentam subornar quando são pegos cometendo infração; - Violam a lei do silêncio; - Dirigem após consumirem bebida alcoólica; - Furam filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas; - Espalham mesas e churrasqueiras nas calçadas; - Pegam atestados médicos sem estar doentes, só para faltar ao trabalho; - Fazem gato de luz, de água, TV a cabo e banda-larga; - Registram imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vez...

Ensinando Sexo Para Crianças

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Recebi um e-mail com o título "Ensinando Sexo Para Crianças" e umas fotos, muito legais. Procurei um pouco e descobri a origem real. O original pertence a Alvaro C., encontrei o vídeo que deu origem às fotos no Youtube, e delá encontrei o  blog pessoal dele . Alias, recomendo com força uma visita ao blog do Alvaro, o cara é muito bom!!   By Alvaro C.

Meu Blog Já Anda Sozinho e Fala "Papai"

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No dia 29 de janeiro deste ano, meu blog comemorou dois anos de idade, desde a publicação de meu primeiro post aqui. O Blog Ainda Sem Nome é minha segunda tentativa de manter um espaço meu na Internet. O primeiro, o "Blog Com Nome Provisório" durou menos de um ano. Eu perdi a senha, depois de uns 4 ou 5 meses de inanição. Muitas coisas aconteceram nesses dois anos. Comigo, com meus amigos e família, com o país e o mundo. Dois anos é muito tempo! O Blog passou por várias transformações, fiz colunas que duraram apenas um post, fiz colunas que duraram quase dois anos. Fiz amigos pela rede, encontrei autores de textos famosos, que se mostraram gentis e educados, aprendi que a distância que existe entre cronistas e quase sempre, geográfica. Mudei a aparência do Blog por muitas vezes, só de modelos foram mais de 10. Quando fiz a primeira logo para o Blog, a ideia era só interferir no papel de parede do Windows. Depois veio uma irresistível sext...

Quando a Gente Morre, o E-mail é Cancelado?

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Eu sou um usuário permanente da Internet. Passo quase o dia todo conectado, minha utilização é massiva. Permanecendo tanto tempo dentro do mundo virtual, a quantidade de problemas que surgem é muito grande. Aliás, isso é interessante, uma vez li uma frase que dizia que “ A informática é uma ciência desenvolvida para resolver os problemas que nós não teríamos, se não existisse informática ”. De qualquer maneira, justamente pelos problemas que eventualmente aparecem, eu utilizo muito o Google para procurar respostas ou alternativas para resolver os pepinos. Existem vários grupos de conversação, sites técnicos, fóruns… Um dos mais inúteis, na minha opinião, é o “Yahoo responde”, onde o pessoal manda perguntas e em mais ou menos 80% das vezes as respostas são, ou piadas ou comentários inúteis como “eu não sei” ou “Procure no Google”. Não entendo mesmo porque alguém se dá ao trabalho de responder assim. Eventualmente, pode-se encontrar boas respostas por lá, mas nunca é minha primeir...

As Revelações que a Chuva Traz

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E lá fui eu para o mercado, a pé. Esperei o sol se esconder, porque estava MUITO quente. Apareceram umas nuvens, e lá fui eu feliz, fazer (poucas) compras. Logo antes de sair do mercado, que fica a duas quadras de distância de minha casa, o tempo escureceu muito, nuvens de chuva aparecerem rapidamente, é isso que dá morar ao pé de uma serra. Com o início da chuva, me encostei na parede externa do mercado, para depois me sentar em um banquinho improvisado, do lado de fora. Me recusei a voltar para dentro do mercado, seria sinal de a chuva me assustou… E, eu não havia levado guarda-chuva, é claro. A chuva veio forte e com muito vento, e meu abrigo se mostrou inadequado. Entendi que não fazia sentido ficar ali parado me molhando, e decidi ir para casa debaixo de chuva mesmo. Como eu tinha comprado uma Coca-Cola, assumi a chuva como o preço que eu teria que pagar pelo meu vício. Removi a bateria do meu celular, porque molhar celular com a bateria provoca curto e estragos, co...